A vida e a história de Joana D'Arc está ligada à Guerra dos Cem Anos, um conjunto de conflitos entre Inglaterra e França entre de 1337 a 1453 motivada por razões políticas e econômicas.
Joana
D’Arc nasceu no vilarejo de Domrémy em 1412. Filha de camponeses relativamente
ricos, ela era ruiva, religiosa e analfabeta. Foi uma importante personagem da
história francesa.
A
história da vida desta francesa é
marcada por fatos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de
membros de sua família por soldados ingleses que invadiram a vila em que
morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões, segundo ela que dizia
ser orientada a entrar para o exército
francês e ajudar seu reino na guerra contra a Inglaterra.
A vontade tinha fundamento. Era 1429 e a
França via-se em maus lençóis: um século antes, fora dizimada por pestes,
intempéries e fome.
Destemida,
presunçosa e, para os padrões atuais, fanática, Joana D’Arc, sem nenhum
conhecimento militar, convenceu na base da fé um pequeno grupo de soldados a
acompanhá-la. Conseguiu muito mais.
Joana, cortou o cabelo bem
curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treinamentos militares. Foi aceita
no exército francês, chegando a comandar tropas. Suas vitórias importantes e o
reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja em outros
líderes militares da França. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio
de Joana D’arc.
Joana
d’Arc estabelecia as táticas, estratégias, analisava os suprimentos e fazia
cálculos de risco. Tudo isso, conforme apontam os historiadores, fez com que
sua liderança fosse, portanto, transformadora. Dessa forma, em 1429, a jovem
d’Arc conseguiu vencer os ingleses na batalha de Orleans. Mesmo com a vitória,
sua missão continuava. Cabe destacar que ela não foi a única mulher a pegar em
armas e liderar exércitos naqueles tempos.
No
ano de 1430, Joana d’Arc enfrentou um ataque, defendendo a cidade de Compiègne.
Alguns historiadores apontam que durante o confronto ela foi jogada de seu
cavalo, acidentada e deixada do lado de fora dos portões da cidade.
Com isso, por fim, foi capturada pelos
borgonheses – um grupo de franceses que apoiavam e se aliavam aos ingleses.
Nesse
contexto, Joana ficou encarcerada, passou por muitas prisões, foi a julgamento
e recebeu cerca de 70 acusações. Entre elas, apontavam o fato dela se vestir
como homem, além de denunciá-la por bruxaria e heresia.
No
ano de 1430, Joana d’Arc enfrentou um ataque, defendendo a cidade de Compiègne.
Alguns historiadores apontam que durante o confronto ela foi jogada de seu
cavalo, acidentada e deixada do lado de fora dos portões da cidade.
Com isso, por fim, foi capturada pelos
borgonheses – um grupo de franceses que apoiavam e se aliavam aos ingleses.
Nesse
contexto, Joana ficou encarcerada, passou por muitas prisões, foi a julgamento
e recebeu cerca de 70 acusações. Entre elas, apontavam o fato dela se vestir
como homem, além de denunciá-la por bruxaria e heresia.
Em
1431, depois de muita resistência da parte de Joana, enfim, houve o
pronunciamento da sua sentença de morte. Pois então, em uma manhã de maio, do
ano de 1431, aos 19 anos de idade, Joana d’Arc foi levada ao antigo mercado de
Rouen e queimada na fogueira, em praça pública aos 19 anos de idade.
Joana
D’arc com o passar dos séculos, ela foi chamada de tudo: bruxa, prostituta,
santa, feminista, nacionalista, heroína. Pelos ultraconservadores, na França
atual, ela é usada como símbolo contra os "invasores" modernos. E,
frequentemente, é apresentada como um tipo de adolescente rebelde, altruísta,
apegada aos ideais.



